terça-feira, 31 de maio de 2011



Dias passando
nós nos envolvendo ,beijando, querendo
sentindo e pensando...
Essa paixão boa, avassaladora e tremula
e tão boa de sentir me faz entender tantas coisas
sobre tudo.

O tempo que passo com voce são horas encantadoras,
e quem me dera que elas fossem intermináveis
Assim como são os beijos, os abraços e a vontade de estar perto.
Essa saudade eu tô guardando pra quando eu te rever,
e poder matá-la aos pouquinhos, devagarinho, bem matada...

quinta-feira, 26 de maio de 2011


Ando pensando tanto em voce desde aquele dia,
que tô esquecendo de tantas coisas que eram importantes pra mim.
E voce, tem importado muito agora, aqui.
Conto os minutos pra que tudo isso deixe de ser apenas
sonho, ou mero desejo.
E se torne real , firme.
E que essa sensação se perpetue,
se adocique, e se adicione em mim , em voce...
Que nada mude,
e que se mudar, que nos surpreenda.

Ja cheguei a duvidar de que voce fosse real.
Mas beijei voce. "É." Pensei.
As vezes duvido mesmo,
E só volto a acreditar , quando te toco,
quando te beijo, ou
quando sinto o cheiro da sua pele, que me entontece.
Que dure e seja ótimo "forever", tudo isso que é maravilhoso agora!


Para : Taciana(em especial)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Você,
eu.
Eu ,
Você.
Loucura,
sonho, desejo
e pensamento, vontade, prazer...
Teu corpo no meu, tua pele roçando na minha.

Esse sentimento puro e bom,
que nasce por trás de tanta vontade,
Te querendo, te desejando, te pensando.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

25/05/2001


E essa vontade de você ,
Que nada preenche. Um abraço é pouco, um beijo.
Eu quero o cheiro , colar você em mim,
Te prender, te elevar, e deixar levar.
Diferente do que ja vivi outrora.
Especial, e diferente demais.

Passou a fase de pensar que isso não vai dar em nada.
Eu quero que dê.
E essa pressa que nos ronda de um jeito sutil demais...
Loucura.
E quero me doar pra você.
Quero que você se dê pra mim.
Isso basta agora, bastará amanhã, e bastará a cada novo beijo,
A cada Novo abraço... Enfim.

sábado, 21 de maio de 2011




Boca quente,
coração ofegante.
E aonde tudo isso vai parar ?


Foi seu sorriso ?
Seu cheiro, jeito ?
O que me provocou esse encantamento?
Essa louca vontade de estar junto, perto, agarrada a voce.
Presa nos cabelos.Fazer o que voce gosta, ser quem voce quer,
dar o que voce precisa, e amar voce.
Coisa maluca , sem destino, cheia de desatino.
Faz dias que penso em tudo isso,
e lembro do abraço , do beijo, da vontade...
Se por uns minutos esqueço e me desligo, tudo volta,

E quando volta, volta com mais força. Vontade, cheiro, pensamento, beijo, desatino, destino, volta, volta.

quinta-feira, 19 de maio de 2011


Ela me disse , " tenho medo! "
E eu lhe respondi que o medo é só o fio, que puxa os outros sentimentos. O medo passa, e tudo que for bom fica!

(MEU)

segunda-feira, 16 de maio de 2011


De repente acontece.
Você veio, olhou, tocou , beijou.
Um castelo por abandonado construído há muito tempo
desmoronou.
Atrações fortes,são fortes mesmo...
Tocam fundo, e fazem um bem danado.
Tô sentindo uma urgência enorme em me entregar a novas coisas.

sábado, 14 de maio de 2011

" Sinto sua falta.
Falta do teu silêncio, do teu "oi",
gosto de saber que você está... a quilometros , que nós
unem por um fio de telefone. A quilometros que nos une pela tela do computador.
Só saber que você está lá, é tão bom.
Daria tudo pra te ter. "

Hoje sinto isso, e é muito. Muito forte.

sexta-feira, 13 de maio de 2011



Eu não quero ter mais minhas mãos,
Se elas não podem tocar as tuas.
Os meus olhos só choram,
Porque não podem encontra-te e matar a ânsia, de ver teu sorriso transformar um momento.

O meu corpo trêmulo na chuva, querendo molhar o teu,
Querendo enxugar, querendo aquecer.
Querendo juntar a chuva, você e eu, corpos e ver no que ia dar.

E a chuva levando o tempo, trazendo o frio, e fazendo desmoronar,
As indiferenças, as barreiras que me mantinha longe de você.
E você sem entender, e eu tentando te explicar.
Tentando te mostrar...


Te mostrar que essa sua ausência me fere,
Me corroe, é brutal.
Me diz as formas que queres ,
Eu te farei dessas formas. Diga-me
Como tu queres que chova que faço Sol,
Que eu farei por ti, chover e aquecer nas horas certas.

Mas fique aqui. Fique perto. Você longe de mim, tudo pode mudar.
Eu quero você, quero o Sol, quero a chuva e um café.
Depois amar, sem conversar sobre a manhã seguinte.
Só pra ter você por perto.


Venha com sua chuva,
Com os raios, com os trovões, eu não sairei daqui. Não terei medo. Eu quero você perto. Fique.
E faça chover a noite toda sobre o meu quarto, sobre mim, sobre nós.

quarta-feira, 4 de maio de 2011



Sinto falta

Sinto falta do que não consigo identificar o que é.
Sinto falta, de um corpo presente.
De uma mão que afague meu ego melancólico delinqüente, com palavras doces e amorosas.
Sinto falta de alguém que forme nas nuvens figuras imaginárias comigo.
Sinto falta de ter um cheiro que não seja o meu nos meus lençóis.


Sinto falta de receber aquela ligação no meio da noite
E acordar com coração acelerado, caindo de sono, e ouvir alguém dizer em tom musical,
Que sente uma saudade irremediável do calor da minha presença.
Sinto falta de ouvir boas músicas junto a alguém que cantarole comigo as canções...


Sinto falta de um abraço no meu minuto de angústia sufocante.
Sinto falta de consolar, e abraçar um coração angustiado,
E cobrir de carinho e atenção, a quem deles careça.
Sinto falta, e pena de mim.
Por precisar e não ter.

Quanto mais eu sinta.

Quanto mais eu sinta

Em meu falar, nada pra dizer.
Palavras por si mesmas se explicam.
Atingem o alvo direto, e se maximizam.
Mas tudo isso é complexo demais.

Agarrei meus pensamentos,
Até minhas mãos sagrarem.
E as revoluções, mutações
Começaram a me acometer.

Meu equilíbrio relapso,
Raquítico incomoda-me.
Que quando me ponho quase de pé,
Volto a titubear.

Joguei em baixo da cama,
Os meus sentimentos.
Minhas noites tornaram-se pacatas.
Eu senti.

Fiz notável todo esse desgosto,
Afogando de copos em copos
Toda essa angústia, outrora,
Contida em gritos silenciosos.

A minha sede não é de água.
Nem de vinho, nem do sangue
Dos poucos inimigos que a vida me apresentou.
Tenho sede do que não sei.

Fome?De todas as ilusões do mundo.
Quem me dera, pudesse comê-las.
Todas elas. Antes que me
Devorassem todas.

Quem me dera ainda
Ser diagnosticada como louca.
Assim meus desvarios,
Teriam razões fundamentadas.

Ou ainda ser tida como bicho.
Estariam assim explicados

Meu modo grotesco,
O pensamento indócil,
E a intolerância que absorvi.
Na indolência.

Mas se nem louca,
Nem bicho eu sou.
Como chegarei a um motivo,
E que justificativa terei?

domingo, 1 de maio de 2011

Minha Lua


Hoje a noite esplendorosa do luar,
Fez-me um pedido irresistível.
Que me trouxe delírio e contentação.
Pediu para que eu fosse só sua,
Nessa noite, aqui, ali ou...
Há anos luz, no rastro de vias celestes.

Eu embevecida num turbilhão de desejos,
Não hesitei. E meus olhos insensatos,
Passaram a querer-la,
Olhá-la, buscá-la todas as noites.
Quando acendiam as luzes cintilantes da cidade,
Eu me punha a esbravejar.

E então, surgia linda a Minha Lua,
Escoltada pelas estrelas,
A celebridade, o êxito...
Repleta de poder e exuberância.
Que de tão linda, me engasgava o peito,
De sentimentos mistos não decifrados.

Teu brilho incandescente,
Entrando pelas frestas da minha alma
Através dos meus olhos mais que abertos,
Enfeitiçados, e sucumbidos,
No mais puro festim silencioso

As minhas longas noites em tua companhia,
Mudaram tudo. E tudo mudou.
Amor ascendente, paliativo e satisfatório.
Metade era a Lua, metade era eu.
Salvamento nas noites,
Vontade estreme, sem partilha.

Havia noites que vinha numa,
Pompa estonteante e o deslumbramento
Que em mim causava era quase um caos.
Outras noites vinha lânguida,
E sua debilidade me aguçava
Os sentidos. Me perturbava.

E quando não vinha eu me punha
Em um desatino, desmedido e insolúvel.
Nessas noites não era minha.
Mas não sei de quem era,
E nem desejo saber.
Mas ficavam sempre rastros.
E depois da noite, vem um dia,
E outra noite. E outra Lua.

Descontentamento


Estou andando pelas ruas,
Evitando encontrar com gente muito feliz.
Onde eu vejo de longe

Um casal apaixonado,
Um riso à toa me afasta.

Não preciso conhecer as vitórias de ninguém.
Se não tenho conhecido as minhas.
E perdoe a minha intolerância,

Todos considerados vencedores agora,
Ou aqueles que receberam uma graça,
Uma dádiva. A melhor surpresa.

Não sou “anti felicidade” alheia!
Mas me incomodo com meu estado inerte
Apesar de todo esforço. Inerte.

Não é inveja das mãos que tem força.
Força pra lutar.

É incompreensão.
Porque ninguém luta quase nada.
E um gladiador herói

Fere-se com a própria arma.
Acidentes brutais acontecem.

Minhas forças, meus desejos e meus esforços.
Feriram-me mortalmente
Ao gladiador deitado no chão,

Sem ter ou saber como levantar-se;
Restam poucos aplausos.


Então recordo que sou um simples mortal.
Talvez não seja pior que outros.
Mas melhor com certeza não.

Ataram-me. Tudo em mim,
E me prendi onde estou agora.

Sem papel, sem dia.
Derrotado, por algo que desconheço.
Abandono dos significados.

Nas expectativas...
E encobrindo meu descontentamento.

Traição


Senti o que é ter o mundo sob as costas,
Quando soube que teus lábios
Tocaram outros que não eram meus.

Não foi algo mais comum,
Mas nem imperdoável.
Morri, enxugando minhas lágrimas,
Ouvindo uma canção de amor.

E minhas pálpebras quase se apregoaram aos meus olhos,
E meu desejo era cegar naquele instante.
Tomara a cegueira se eternizasse,
Mas porque abriste meus olhos?

Eu correndo contra o tempo,
Contra tudo e contra todos.
E você contra mim.
Essa dor não cabe em meu corpo.

Me apunhalas-te com a espada que me deste.
E meu pobre coração em cacos partido,
Luta para resistir, longe do teu cheiro,
Fora dos teus limites.

Hospedei você.
Guardei-te em meus braços,
Afaguei-te em laços ternos.
E quando tudo era céu...

A faca afiada nos transpassou,
E o destino sempre astuto, e sagaz,
Apontou-nos uma cilada.
Do qual não escapamos.

Que vontade!
Vontade de esfolar, de berrar.
Aliviar a minha dor, publicando teu deslize num anúncio de jornal.

Eu ando buscando sentido nas coisas,
Mas não encontro mais.
Já não ouço mais as músicas,
E os poemas e as cartas que escrevo, são pra ninguém.

Tempo?E se ele não for suficiente,
Se não tiver êxito?
Como eu viverei?
Desconfiando até dos meus próprios pensamentos?

Se pode crer em alguém?
Se pode crer em algo?
Tudo se combate. Tudo vem de encontro.
E a dor é forte. Acaba com tudo.

Preferia ter sido eu a transgressora.
Para assim entender a tua loucura,
E a tua apostasia
Ao amor que te ofereci.

Acabaste comigo,
E findo meus dias tentando buscar razões para tua insensatez, desvario louco.
Atordoamento que persegue.

Acabaste comigo, mesmo.
E quem me dera que fora de uma única vez.
Ma fazes isso aos poucos,
Desde o dia que se entregastes a outro corpo.

Por favor: homens! Crianças!
Estátuas, mares!
Estudiosos e outros seres,
Ouçam meu grito!

Um colo!
Pra que eu possa
Abrir as comportas do meu sentimento.
E ser apenas uma criança aflita.

Os amores que eu vi
Vão começar e acabar
E depois recomeçar.
Mas não quero você aqui.

Tudo vai passar.
As cores vão surgir novamente,
A cidade vai dormir,
Mas a traição cravou-se em minhas mãos.

Eu


Eu me caçando entre tudo que vejo.
Tentando me ouvir em vozes estranhas.
Eu debruçada na janela, da casa que fica na rua escura,
Onde na esquina um casal se extravia.

Eu assistindo o dia em que vagarosamente,
Desmancha a noite.
Afogada nos meus pensamentos.
Eu arranhando lembranças e torcendo e retorcendo os conceitos.

Eu procurando razões onde há impasses,
Matando na unha o que não importa,
Eu me acabando em mim.
Eu fui um molde, fui estátua e
Fui um templo que jamais serei.

Um templo de mim, onde guardo
Todos os templos do mundo.

Eu admirando o banco da praça
Ao invés da flor do jardim.
E na mesma intensidade invejando o ‘hippie’,
Revolucionário nômade, e o oportunista amontoado em bilhões de dólares.

Eu ironizando a tese sobre a minha própria vida.
Acompanhada de um copo de cerveja e um cigarro,
Indagando meu destino, e aprimorando a arte do questionamento.

Eu nas rodas discursivas, debatendo a psicanálise, a prolixidade, Vênus, a metamorfose,
O sexo e o rosto das pessoas.
Eu morrendo antes de morrer,
Nascendo depois de viver.


Apagando os cigarros e dormindo cedo.
Eu amassando feras. Todas elas.
Corroendo com as traças, coisas que ficaram jogadas em velhos baús.

Eu monitorando as atitudes a minha volta.
Insana. Propícia e tendenciosa, ao lado mais avermelhado e aveludado de ser.
Eu sangrei agonia e desconforto.

Eu em movimento.
Fiz-me.
Instintiva e sem nenhuma pretensão de ser correta.
Eu anunciando rupturas de elos que me afastavam de mim.

Eu retirei a ênfase dada aos ultras passos.
Mantive-me viva num mundo de mortos.
Comi as idéias e mastiguei as insinuações.
A indigestão ensina muito.

Transformei uma coisa em outra.
Isso em aquilo.
Sem saber como pode ser tudo, o que nada é.
Eu me esfoliando e esfolando tudo:
Cérebro, coração, e garganta.

Eu não me defino. Não me explico.
Retruco, renego, e apelo.
Eu de braços dados ao meu paladar e os sentidos aguçados.
Tudo sob alerta. Tudo sobre mim.

Cheiro e cor do desejo.






Os cheiros, as cores e os gostos,
Que vejo e sinto
Em tantas coisas lindas da natureza
Fazem-me lembrar
O teu cheiro,
As tuas cores,
E os teus gostos.
E me pego embriagada,
Num misto de sensações,
Que me fazem desejar-te
Sempre e tanto.

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